Recurso 1
Check, Please! (Mike Caulfield)
https://lessons.checkplease.cc
Curso gratuito com o método SIFT: parar, investigar a fonte, procurar cobertura fiável e recuar até ao original. É um módulo de cerca de três horas que pode ser feito de forma autónoma. Inglês. Liga-se bem ao caso Glass, em que a fraude foi descoberta por alguém que tentou confirmar fontes e dados.
Recurso 2
Civic Online Reasoning (Digital Inquiry Group, Stanford)
https://cor.inquirygroup.org/blog/module-for-high-school
Módulo para o secundário sobre leitura lateral, a estratégia dos verificadores de factos de sair de um site desconhecido e abrir novos separadores para ver o que dizem fontes fiáveis sobre ele. Inglês, com lições e avaliações prontas a usar.
Recurso 3 – Checkology (News Literacy Project)
https://newslit.org/checkology/
Mais de 250 lições interativas e gratuitas para os graus 5 a 12. Cobre desinformação, enviesamento e o papel do jornalismo. Inglês, e exige criar conta.
Recurso 4 – Penenberg, «Lies, Damn Lies and Fiction» (Forbes, 1998) e a história por trás do filme
https://www.washingtonian.com/2023/09/28/shattered-glass-an-oral-history-of-the-media-movie-cult-classic
História oral do filme Shattered Glass. Conta como Adam Penenberg tentou reproduzir a reportagem «Hack Heaven» e acabou por expor a fraude. Inglês, com leitura acessível. O artigo original de Penenberg chama-se «Lies, Damn Lies and Fiction» e pode ser procurado pelo título.
Recurso 5
«O “arrastão” de Carcavelos como onda noticiosa» (Gonçalo Pereira Rosa, Análise Social, 2011)
https://revistas.rcaap.pt/analisesocial/article/view/23555
Artigo científico em acesso aberto, em português. Mostra como o caso seguiu o modelo das «ondas noticiosas», em que um consenso alargado deixa pouco espaço para cobertura que vá contra a corrente. É exigente.
Recurso 6
«Jornalismo e realidades múltiplas: o “arrastão” e as representações mediáticas das identidades» (João Carlos Correia)
https://arquivo.bocc.ubi.pt/pag/correia-joao-jornalismo-identidades-multiplas.pdf
Análise em português dos telejornais e dos jornais de 10 e 11 de junho de 2005. Útil para comparar títulos e enquadramentos entre órgãos de comunicação.
Recurso 7
«Era uma vez um arrastão» (Diana Andringa)
Ligação direta para ver o documentário online. Há um testemunho de uma aluna que o viu numa aula e mudou a sua perceção do caso, publicado em Gerador («O que há de humano no exercício do jornalismo»): https://saladeimprensa.ces.uc.pt/ficheiros/noticias/34518_gerador.eu-O_que_ha_de_humano_no_exercicio_do_jornalismo.pdf
Recurso 8
Park51 (artigo da Wikipédia, versão inglesa)
https://en.wikipedia.org/wiki/Park51
Serve como ponto de partida para um exercício de análise da linguagem. A Associated Press sugeriu termos alternativos, como «mesquita a dois quarteirões do local do WTC» ou «centro islâmico perto do local do WTC». Os alunos podem comparar designações e discutir o efeito de cada uma. Convém combinar com eles que a Wikipédia é um ponto de partida e que devem seguir as fontes citadas.
Recurso 9
«The Media’s Construction of the “Ground Zero Mosque”» (FAIR, 2010)
https://www.commondreams.org/views/2010/10/07/medias-construction-ground-zero-mosque
Análise crítica que defende que a expressão nasceu em blogues e passou depois para os grandes meios. É um texto de opinião de uma organização de crítica dos media, por isso deve ser lido com as perguntas do Recurso 11 (quem criou a mensagem e porquê).
Recurso 10
Global Media Monitoring Project 2025
https://whomakesthenews.org
Site oficial do projeto. A edição de 2025 baseia-se em mais de 30 000 notícias monitorizadas em 94 países. Tem relatórios globais e regionais em inglês, com gráficos que os alunos podem ler. Os valores que citas (27% e 31% na Europa) devem ser confirmados no relatório regional europeu. Nas fontes que consultei vi, por exemplo, 26% como média mundial, e não encontrei os números europeus.
Recurso 11
Five Key Questions (Center for Media Literacy)
http://www.medialit.org/five-key-questions-can-change-world
Coleção de 25 planos de aula, cinco por cada pergunta-chave, disponível em inglês, espanhol e turco. A versão gratuita é uma amostra. É a fonte original das perguntas do teu texto. ucla
Recurso 12
Common Sense Education: «5 Questions Students Should Ask About Media»
https://www.commonsense.org/education/blog/5-questions-students-should-ask-about-media
Versão curta e direta das mesmas perguntas, com ficha para os alunos. Inglês.
Recurso 13
Fact Check do Observador
https://observador.pt/seccao/observador/fact-check/
Exemplos reais, em português, de como se verifica uma afirmação. Publica sobretudo verificações de conteúdos partilhados nas redes sociais. Está certificado pela International Fact-Checking Network. poynter
Recurso 14
Polígrafo
https://poligrafo.sapo.pt
Verificador português, fundado em novembro de 2018 e dedicado a política, economia, ambiente e saúde. Convém avisar os alunos de que a Media Capital adquiriu recentemente 80% da empresa que o detém, o que dá um bom exemplo prático para a pergunta «quem criou esta mensagem e quem a financia?». O endereço é o habitual do projeto, mas não o confirmei nesta pesquisa. poynterobservador
Recurso 15
Crash Course: Navigating Digital Information (John Green)
Série de 10 vídeos no YouTube sobre Wikipédia, leitura lateral, dados e gráficos, e avaliação de provas. Está em inglês, com legendas disponíveis. Tem 10 episódios e aborda a leitura lateral e a avaliação de evidências. Procura pelo título no canal Crash Course.
Recurso 16
Quando as notícias não são para todos – Artigo do jornalista Vitor Tomé, publicado no Observatório Europeu do Jornalismo (2014), acerca da sub-representação de certos grupos sociais nos media europeus.
Recurso 17
Por que razão não há boas notícias de África nos media? – Artigo do jornalista Vitor Tomé, publicado no Observatório Europeu do Jornalismo (2015), acerca da sub-representação de certos grupos sociais nos media europeus.
| MILD - Quem somos? Imagem do cabeçalho Thought Catalog on Unsplash |